A alteração de Estatuto Social, item previsto no Planejamento Estratégico da Fundação Libertas, está em curso na Libertas. O Coletivo de Entidades, convidado a colaborar, criou uma comissão que analisou o trabalho inicial preparado pela Libertas e fez as devidas considerações, incluindo propostas que tiveram como objetivo  agregar mais transparência e governança à  gestão da entidade e dar mais relevância ao trabalho dos conselheiros.

O presidente da ACOPREVI, José Antônio Cunha Melo, destaca, dentre as 13 propostas que compõem o estudo realizado pelo grupo, as seguintes: estabelecimento de eleições para que participantes ativos e assistidos elejam o titular da Diretoria de Seguridade Social; criação de um comitê de supervisão de riscos, controles internos e conformidade; estabelecimento de exigência de sigilo somente para as informações relativas a investimentos não concretizados e a processos de apuração de irregularidades; estabelecimento de prazo de 30 dias, após o encerramento do mês, para que a diretoria executiva divulgue a rentabilidade de cada plano de benefí­cios; o aumento de dois para quatro anos a exigência mí­nima de ví­nculo ao plano de previdência para membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal.

Correspondência com todas as propostas detalhadas e justificadas foi enviada dia 19 de maio pelo Coletivo de Entidades para a Fundação Libertas.

Todas as empresas patrocinadoras de planos de previdência da Libertas também receberam o estudo do Coletivo de Entidades, com o objetivo de sensibilizá-las para essa oportunidade de agregar mais transparência e governança à  gestão da entidade. CODEMIG e COPASA receberam o estudo em reuniões presenciais com o Coletivo de Entidades.